É neste contexto de pressão económica, transformação tecnológica e incerteza crescente que o Interim Management se afirma como uma solução prática e orientada a resultados: liderança sénior por tempo definido, com mandato claro para executar mudança real — não apenas recomendá-la.
O que é um Interim Manager?
O Institute of Interim Management (IIM), no Reino Unido, define interim management como a disponibilização de executivos independentes, de nível board ou near-board, por um período limitado, com responsabilidade direta por situações de transformação, recuperação, melhoria operacional ou crise.
Na prática, um Interim Manager entra rapidamente na organização, assume autoridade executiva, alinha equipas, toma decisões difíceis quando necessário e entrega resultados mensuráveis — garantindo, no final da missão, a transferência de conhecimento para assegurar continuidade.
Interim Management vs consultoria: a diferença que realmente importa
Quando processos de transformação falham, raramente o problema está na estratégia definida. O verdadeiro obstáculo encontra-se quase sempre na execução.
A McKinsey estima que cerca de 70% das transformações organizacionais falham, sobretudo devido à falta de capacidade interna, fraca adesão das equipas e modelos de governação ineficazes.
A distinção é clara:
Consultoria: diagnóstico, análise e recomendações, normalmente sem autoridade operacional.
Interim Management: liderança no terreno, poder de decisão, implementação direta e responsabilidade por KPIs.
Quando faz sentido contratar um Interim Manager
O recurso a um Interim Manager é especialmente indicado em contextos onde o tempo é crítico e a organização não pode falhar na execução:
Turnaround e recuperação de resultados
Reestruturação operacional
Transformação organizacional
Transformação digital e tecnológica
Integração pós-M&A
Vacaturas críticas em funções de liderança
A evolução tecnológica alterou profundamente a forma como estas intervenções são conduzidas: mais dados, maior automação, maior exposição ao risco digital — e maior necessidade de liderança experiente.
O novo risco: IA, deepfakes e confiança operacional
A Inteligência Artificial trouxe ganhos relevantes, mas também riscos inéditos para as organizações.
A nível europeu, a ENISA — Agência da União Europeia para a Cibersegurança alerta para a proliferação de conteúdos gerados por IA, incluindo a identificação de mais de mil sites de informação automatizados e o uso crescente de vídeos deepfake.
Para as empresas, este risco exige medidas concretas: reforço de identidade digital, autenticação multifator, controlos financeiros fora de banda, formação das equipas e planos de resposta a incidentes.
Como a Acumen estrutura uma missão de Interim Management
1) Arranque rápido (dias 1–10) Diagnóstico orientado à decisão, identificação de riscos e quick wins.
2) Plano de 30–60–90 dias Prioridades, responsáveis, governança e métricas claras.
3) Execução e estabilização Ritmo semanal, remoção de bloqueios e reporting objetivo.
4) Transferência e saída estruturada Documentação, formação e passagem de responsabilidades.
Benefícios para a sua empresa
Entrada rápida em funções
Experiência comprovada em contextos complexos
Foco absoluto em resultados
Visão independente
Flexibilidade contratual
Porquê escolher a Acumen Strategy
Executivos com experiência nacional e internacional
Executivos com experiência nacional e internacional
Abordagem pragmática: decidir, executar e medir
Competência em ambientes com risco digital e pressão reputacional